Outros comitês

Outros comitês

  • Disarmament and International Security Committee - DISEC (UN4MUN)

    Saiba mais

Outros comitês

  • Gabinete do Presidente da República do Chile - Salvador Allende (1973) (Mini-SONU)

    Saiba mais

Outros comitês

  • Gabinete do General Augusto Pinochet (1973)

    Saiba mais

Thumb onumulheres logo

ONU Mulheres


Visando alcançar a igualdade de gênero (Objetivo 5 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, parte da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável), a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres foi criada em 2 de julho de 2010 através da unificação dos mandatos e recursos para um maior impacto de quatro entidades pequenas. Os principais objetivos da entidade é unir, fortalecer e ampliar os esforços mundiais em defesa dos direitos humanos das mulheres. Dando prosseguimento no legado de duas décadas do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM), especialmente pelo apoio a articulações e movimento de mulheres feministas, entre elas mulheres negras, indígenas, jovens, trabalhadoras domésticas e trabalhadoras rurais.

Atualmente a ONU Mulheres conta com seis áreas prioritárias de atuação: liderança e participação política das mulheres; empoderamento econômico; fim da violência contra mulheres e meninas; paz e segurança e emergências humanitárias; governança e planejamento; normas globais e regionais. A composição atual do conselho executivo conta com países da África, América Latina e Caribe, Europa Oriental, Ásia-Pacífico, Europa Ocidental e países contribuintes, mas não membros, como o Reino Unido, os Estados Unidos da América, México e Arábia Saudita.


TEMA A: Liderança e participação política feminina no cenário mundial atual.


A organização não governamental Equality Now denunciou em 2015, 44 países que ainda têm leis discriminatórias contra as mulheres, legislações coniventes às condutas discriminatórias desde permissão de sequestro e até de estupro. A falta de representatividade política e a supressão de direitos políticos para mulheres, ainda que velada, é uma realidade na maioria das nações presentes na ONU Mulheres, mesmo naquelas em que a maioria populacional é feminina.

A discussão da temática no comitê deverá se pautar na denúncia de países com tais legislações e na criação de mecanismos de fiscalização internacionais para garantir o cumprimento do direito de exercer participação política e cidadã ativa por parte das mulheres. Além disso, deverão ser discutidos os métodos de regulamentação que garantam tais acessos aos ambientes políticos e com efetiva participação democrática das mulheres.


TEMA B: Necessidade de proteção a grupos de mulheres em situações vulneráveis (LGBTT, Indígenas e Negras).


No início dos anos 1980, na maioria dos países ocidentais, as reivindicações LGBT focavam as questões de reconhecimento social e legal. No contexto da epidemia nascente da AIDS, enquanto as mortes se multiplicavam, a falta de direitos dos parceiros de mesmo sexo criava situações dramáticas. No contexto de século XXI, com instrumentos de prevenção, tratamentos e mecanismos processuais mais evoluídos, que garantem união, composição familiar e direito a herança por minorias sexuais o debate se centra princialmente no acesso a tais recursos e sistemas de saúde.

Garantir direitos para minorias sexuais (LGBTT), étnicas (Negras, Indígenas e Refugiadas) e mulheres em situação de vulnerabilidade, é o dever de toda democracia, portanto os debates no comitê acerca desta temática deverá abordar quais os caminhos que devem ser traçados para garantir que tais minorias desfrutem igualmente de direitos básicos. Acesso aos sistemas educacionais e de saúde, além de aparatos de segurança e jurídicos que englobem as demandas desses grupos.

Assim, no âmbito da SONU 2018 a ONU Mulheres buscará debater as questões apresentadas acima, procurando soluções e medidas eficazes que visem promover o acesso a direitos para todos, não importando a condição em que vivem, garantindo igualdade entre gêneros e o direito de ser, direito básico de todas as democracias.